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A importância do contexto para a comunicação em 3 exemplos



“Estamos em plena Era da Economia da Atenção”, escrevemos em um post anterior, com mais informações sobre o conceito. Assim, interromper o seu público-alvo com o único objetivo de aumentar as vendas, expondo-o a mensagens de teor publicitário, deixou de ser uma estratégia eficaz. No mundo atual saturado de informações, os consumidores preferem conduzir a si próprios pelo ciclo de vendas do que serem conduzidos por um profissional de vendas.

Desta forma, quanto mais atraente for o conteúdo, mais credibilidade ele for capaz de transmitir e mais respostas puder fornecer às questões de seu consumidor potencial, mais poderá contribuir para a consolidação da reputação da marca (brand awareness) e, consequentemente, para gerar mais vendas.

O primeiro passo para um conteúdo com essas características é que ele tenha contexto. Não é estranho quando alguém tenta iniciar uma conversa ou relacionamento com você sem apresentar um bom “gancho”? Na linguagem jornalística, é essa palavra que usamos para designar o contexto que usamos para falar de um assunto específico. E se há algo em que nós jornalistas podemos ser úteis ao mundo é contextualizar.

O Boletim de Oportunidades - BO Cellera foi criado para compartilhar pelo WhatsApp a contextualização com nossos clientes. O objetivo é permitir que eles visualizem, antes das notícias publicadas nos jornais, contextos diversos que possam ser usados para abordar os assuntos de seu interesse, ou melhor, do interesse dos seus públicos, dos seus stakeholders. Isso é fundamental tanto para poder gerar mais repercussão (buzz) nas estratégias de Branded Content que estiverem implementando, quanto para o sucesso dos esforços de Assessoria de Imprensa Jurídica.

Para ilustrar o que estamos falando, selecionamos 3 exemplos de oportunidades de conteúdo que enviamos para nossos clientes esta semana e que, depois, foram noticiadas com destaque pela mídia:

08/05 – BO Cellera

STF retoma julgamento sobre legalidade de aplicativos de transporte

09/05 – Valor Econômico

https://www.valor.com.br/legislacao/6246299/stf-libera-uso-de-aplicativos-de-transporte

06/05 – BO Cellera

Comissão vota nesta terça o parecer à MP que muda regras do saneamento

07/05 – O Globo

https://oglobo.globo.com/economia/comissao-aprova-medida-provisoria-que-facilita-exploracao-privada-do-saneamento-23648262

06/05 – BO Cellera

Mesmo com crise fiscal, Bolsonaro quer destravar obras paradas

09/05 – Valor Econômico

https://www.valor.com.br/brasil/6246631/com-59-novos-projetos-ppi-preve-r-16-tri

Um aspecto importante da identificação de contexto é que perceber oportunidades é apenas o primeiro passo. Na sequência, ao menos para o Branded Content, cada conteúdo criado pode continuar servindo de contexto ele mesmo para novos conteúdos, em uma conversa interminável que pode ser retomada sempre que surgir algo novo com relação ao assunto.

O futuro: enxergando o mesmo conteúdo de forma diferente

Todo profissional de marketing já leu muitos textos e ouviu palestrantes falando sobre como a Netflix é o futuro do marketing, das vendas, da mídia, das comunicações personalizadas. E, como não poderia ser diferente, os especialistas em marketing jurídico também devem estar atualizados quanto às inovações que a Netflix apresenta, uma vez que ela é a principal referência hoje de empresa voltada para dados que possam identificar contextos de interesse do cliente.

A Netflix coleta informações de cada cliente e segmenta os conteúdos com os quais cada membro da audiência se preocupa, adotando uma abordagem mediante inteligência artificial que agrada a quase todos. O que mais impressiona é como a Netflix recomenda o mesmo filme ou programa para duas pessoas diferentes: a recomendação não é a mesma, ou seja, a empresa sugere o mesmo conteúdo de forma diferente, considerando os interesses que mapeou de cada um.

Isso pode ser observado nas imagens em miniaturas que promovem um filme clássico ou uma nova série, que não são as mesmas, imutáveis, como o pôster oficial do filme. Elas são fotogramas que refletem o aspecto do conteúdo que cada pessoa provavelmente achará mais atraente. Se os algoritmos da Netflix identificaram você como romântico, é provável que você mostre uma imagem do personagem principal com seu interesse amoroso. Se você prefere a comédia, então você pode ver personagens rindo - ou um ator que aparece no filme que também é um comediante famoso. Se você é um viciado em ação, a Netflix encontrará o momento mais ousado do filme para você.

Mas onde a maioria das empresas, incluindo as organizações jurídicas, encontraria os dados para começar a personalizar as experiências de seus próprios públicos a esse nível? Eles precisariam construir sua própria plataforma de Inteligência Artificial sob medida para fazê-lo?

Na verdade, não. A coisa mais chocante sobre o truque de miniatura do Netflix é que ele não exige uma profundidade de dados semelhante à Netflix para ser ativado. Apenas requer o nível certo de confiança nos dados que você possui. Dados, por exemplo, como os que o LinkedIn oferece.

A tática de mostrar a imagem de James Marsden ou Thandie Newton representando Westworld na Netflix é exatamente a mesma usada por muitas das campanhas de conteúdo patrocinado mais eficazes no LinkedIn. Pode ser tão simples quanto oferecer o mesmo conteúdo patrocinado, em uma apresentação sob medida, para públicos segmentados de acordo com os interesses detalhados nos perfis desta rede social.

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